Combate à poluição: práticas para minimizar os impactos ao meio ambiente​​

     
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​​​​​​​​​​​​​​No Dia de Combate à Poluição (14/08), convidamos você a ter um pequeno gesto a favor do meio ambiente. Que tal aproveitar a data e tomar uma atitude sustentável? O planeta agradece. Faça ainda mais: converse e incentive alguém a se sentir responsável e a tomar consciência sobre os males que a poluição provoca à natureza e aos seres humanos.



O Brasil e o mundo todo têm motivos suficientes para abraçar a causa, já que o cenário geral de degradação ambiental vem piorando, apesar dos esforços de alguns países e de alguns avanços pontuais.

​As atitudes podem e devem começar dentro de casa. Alguns exemplos:

- Separar o lixo reciclável 

- Economizar energia elétrica

- Reduzir o consumo de água

- Descartar pilhas e baterias nos postos específicos para coleta

- Não jogar o óleo de cozinha na pia, utilizar os postos de coleta apropriados

- Usar papel reciclado

- Trocar sacolas plásticas de supermercado por sacolas reutilizáveis

- Sempre que possível, não utilizar carro, dar preferência aos transportes coletivos, caminhadas e bicicletas. Incentivar a carona solidária. 

- Plantar árvores

- Evitar usar materiais de plástico descartáveis, como garrafas, copos, talheres e canudos. 



POLUIÇÃO MATA 12 MILHÕES POR ANO​​​​

A poluição da natureza é tão intensa que é responsável por uma em cada quatro mortes prematuras de seres humanos por ano no mundo. Isso significa que a ela mata 12,6 milhões​ de pessoas todos os anos. A conclusão está em um relatório da agência ambiental das Nações Unidas, a ONU Meio Ambiente. O documento é a publicação mais completa já produzida pelo órgão sobre o tema. 

A poluição atmosférica, os produtos químicos que afetam a água potável e a destruição acelerada dos ecossistemas estão provocando uma espécie de epidemia mundial, que tem efeitos negativos inclusive sobre a economia dos países.

Atualmente, o ar poluído mata 6,5 milhões de pessoas por ano. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), ele é responsável por mais óbitos do que a desnutrição, o uso de álcool e a inatividade física. Estima-se que em 80% dos centros urbanos a qualidade do ar não atinge os parâmetros de saúde estipulados pela ONU. 

POLUIÇÃO DO AR CAUSA 1 EM 9 MORTES NO MUNDO ​




CRIANÇAS TÊM DANOS CEREBRAIS E FÍSICOS

Em todo o mundo, 9 em cada 10 crianças respiram ar que contém concentrações mais altas de poluentes do que a OMS considera seguras para a saúde humana. Consequentemente, 600 mil crianças morrem prematuramente a cada ano. A exposição ao ar sujo também prejudica o desenvolvimento do cérebro, o que leva a deficiências cognitivas e motoras. Além disso, coloca as crianças em maior risco de terem doenças crônicas quando se tornam adultas.

A qualidade do ar do ambiente doméstico também é motivo de preocupação. Mais da metade de todas as mortes por pneumonia em crianças menores de 5 anos pode ser atribuída à má qualidade do ar em ambientes fechados. 




SOLO E ÁGUA POLUÍDOS

Tão alarmantes quanto os males para a saúde humana são os impactos no meio ambiente. Segundo a ONU, mais de 80% do esgoto mundial é despejado na natureza sem tratamento, poluindo os solos usados na agropecuária e os lagos e rios que são fonte de água para 300 milhões de pessoas. A situação fica ainda mais grave com os depósitos de substâncias químicas na água, que colocam a vida de mais pessoas em risco. Hoje, os oceanos possuem 500 “zonas mortas", cuja concentração de oxigênio é tão pequena que torna inviável a presença de vida marinha. Segundo a ONU, 3,5 bilhões de pessoas dependem de mares poluídos para se alimentar.

No caso da água potável, existe o risco da presença cada vez maior de bactérias resistentes a antibióticos em fontes de água tratada. As pesquisas alertam que infecções por essas bactérias podem se tornar a segunda maior causa de morte até 2050. Elas entram no ciclo da água através de esgoto doméstico e do descarte de resíduos industriais, da agricultura e da criação intensiva de gado.


INICIATIVAS

Em meio a esse cenário desolador, há diversas iniciativas paralelas de países, organizações e empresas que tentam agir para conter o problema. No ano passado, por exemplo, foi realizada a primeira Conferência Global sobre Poluição do Ar e Saúde, organizada pela OMS junto à ONU Meio Ambiente e outros parceiros. Na conferência, participantes se comprometeram a reduzir mortes ligadas à poluição do ar em dois terços até 2030.

​No Grupo Neoenergia, 88% da nossa geração de energia​ elétrica vem de fontes limpas e renováveis, através de cinco usinas hidrelétricas e 17 parques eólicos. 

Nas geradoras hidrelétricas, o recurso captado nos rios para a movimentação das máquinas é todo devolvido ao sistema, sem alteração de qualidade ou volume. Nos parques eólicos, temos capacidade instalada de aproximadamente 516 MW – energia suficiente para abastecer mais de 770 mil lares brasileiros, evitando a emissão de mais de 830 mil toneladas de CO² na atmosfera. 



Desta forma, reforçamos nosso compromisso com a ecoeficiência quando fazemos o uso sustentável dos recursos naturais e atuamos com eficiência na produção e uso da energia, na redução de emissões, na proteção da biodiversidade e na gestão dos resíduos e da água.

A adoção das diversas medidas em prol do meio ambiente por parte das empresas do Grupo Neoenergia atende ao objetivo número 12 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU​, que prevê “assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis". Os ODS fazem parte de uma agenda mundial adotada durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, em 2015, composta por 17 objetivos e 169 metas a serem atingidos até 2030 por diversos países.

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