16/03/2021

Neoenergia divulga Relatório Anual 2020

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Documento destaca as principais realizações da empresa no período, atendendo aos compromissos com o Pacto Global e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.


A Neoenergia acaba de lançar o seu Relatório Anual 2020 com as principais realizações da empresa no período. Este é o primeiro Relatório Integrado da Neoenergia, elaborado de acordo com as orientações do International Integrated Reporting Council (IIRC) e das Normas GRI, da Global Reporting Initiative. A companhia publica anualmente seu desempenho desde 2004 e a partir de 2010 adotou os padrões GRI, além de seguir os requisitos do Manual de Elaboração de Relatório Socioambiental e Econômico-Financeiro da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O documento atende também a compromissos com o Pacto Global e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Organização das Nações Unidas (ONU).

Os destaques demonstram a superação dos desafios operacionais encontrados em um ano atípico, com agilidade e disciplina, levando energia aos seus mais de 14 milhões de clientes e garantindo o funcionamento de serviços essenciais, como hospitais, indústrias de alimentos e serviços públicos.

Entre os resultados alcançados está o aumento de 78% em investimento social privado, comparado ao ano anterior, que somou o equivalente a R$ 332,6 milhões. O crescimento do montante representa, em grande parte, as ações realizadas pela Neoenergia e seu Instituto, além dos investimentos destinados a mitigar os impactos causados pela pandemia do novo Coronavírus. Entre os destaques estão projetos sociais, por meio do estímulo a doações de insumos básicos (máscaras, álcool em gel) e financeiros, doação de respiradores a hospitais nos estados da Bahia, do Rio Grande do Norte e de Pernambuco, testes de Covid-19, entre outros.

Além disso, a companhia registrou um lucro líquido de R$ 2,8 bilhões, 26% superior a 2019, e um EBITDA de R$ 6,5 bilhões, apresentamos um resultado histórico para a história da Neoenergia.

“Em meio a tantos desafios vivenciados no último ano, o aprendizado adquirido é a certeza de que, com trabalho árduo e dedicação, somos capazes de nos adaptar para entregar e crescer. Mas é preciso, acima de tudo, cuidar. Cuidar da nossa saúde, da família, do meio ambiente e da sociedade. A pandemia da Covid-19, e a consequente crise social, surpreendeu o mundo e nos incitou a rever a forma de trabalhar e de nos relacionar”, comenta Mario Ruiz-Tagle, CEO da Neoenergia.

Como forma de reforçar o comprometimento com as entregas previstas, com base em gestão, disciplina de gastos e eficiência operacional, foram investidos mais de R$ 6,3 bilhões na expansão e modernização de redes de distribuição e transmissão e na ampliação da oferta de energia limpa, um dos principais objetivos da empresa. O ano marcou também o ingresso na 16ª carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) e na 11ª Carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3, mantendo presença no grupo de empresas reconhecidas com o selo Pró-Ética.

“O compromisso com o combate às mudanças climáticas foi reforçado. Em linha com nossa meta de alcançar a neutralidade em carbono até 2050, expandimos nossa carteira de projetos renováveis em desenvolvimento. De forma inédita no setor elétrico brasileiro, a companhia promoveu projeto em parceria com o Centro Clima da Coppe/UFRJ para desenvolver metodologia de avaliação da vulnerabilidade ao risco climático e elaborar estratégia de adaptação climática para assegurar que seus negócios sejam cada vez mais resilientes aos cenários climáticos atuais e futuros”, reforça Francisco Carvalho, superintendente de Inovação e Sustentabilidade da Neoenergia.

No desenvolvimento de seu modelo de negócios, a Neoenergia transforma seus ativos em capitais para criar valor compartilhado para todos os seus públicos de relacionamento: Capital financeiro, Capital manufaturado, Capital intelectual, Capital humano, Capital natural, e Capital social e de relacionamento.

No documento, a companhia compartilha sua visão do importante papel da eletricidade para contribuir na transição energética, em especial pela sua capacidade de integrar a energia renovável nos processos produtivos e a competitividade com outras fontes de geração. A eletrificação da economia atribui um protagonismo à infraestrutura de transmissão e distribuição de energia elétrica eficiente, inteligente e flexível, capaz de integrar fontes limpas e de promover conectividade, digitalização e gestão da demanda.O Futuro a gente faz agora!


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