Energia Solar: o que é e como impacta o meio ambiente

     
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​Aproveitar o recurso do sol por meio da energia solar é um horizonte para expandir as fontes renováveis e a sustentabilidade. Além disso, é uma alternativa de utilização de energia limpa e mais barata, que tem forte potencial no Brasil. Com clima tropical, o país tem altos níveis de irradiação em grande parte das regiões e, mesmo nos dias nublados ou de chuva, existe absorção dos raios para produção de eletricidade.

Os projetos de energia solar têm dois perfis: geração centralizada, em que a produção acontece em usinas de grande porte, e distribuída, isto é, feita em menor escala, muitas vezes, até no mesmo local onde será consumida. Em ambos os casos, o crescimento da fonte fotovoltaica tem se traduzido em números no Brasil e no mundo. No país, o Plano Decenal de Energia, realizado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), projeta um total de mais de 35 GW de expansão para a capacidade solar instalada até 2031, entre empreendimentos dos dois tipos.

A Neoenergia tem a ampliação do portfólio de renováveis​ como estratégia para contribuir com a descarbonização e investe na energia solar, seja para geração centralizada ou distribuída, contribuindo para a expansão dessa fonte no país.

A companhia está construindo Neoenergia Luzia, na Paraíba, o primeiro complexo fotovoltaico para geração de grande porte da empresa, planejado para abastecer alta demanda e grandes negócios. A energia produzida nas usinas solares a partir de 2022, quando será iniciada a operação comercial, poderá evitar a emissão de 18.485 toneladas de CO2 e por ano e 554.560 toneladas de CO2 e ao longo de 30 anos. Com a entrega dos novos ativos, a empresa atingirá mais de 90% da matriz formada por energias renováveis, um perfil ainda mais limpo do que o brasileiro.

O empreendimento terá dois parques, que somam 149,3 MWp em potência instalada, o suficiente para abastecer cerca de 150 mil residências. Essa energia será gerada em mais de 228.780 painéis fotovoltaicos. A usina solar está localizada no município de Santa Luzia, no Sertão paraibano, e possui sinergia operacional com Neoenergia Chafariz, complexo eólico com 15 parques, e Neoenergia Santa Luzia, linha de transmissão que atende aos empreendimentos solar e eólico.

Os investimentos em geração fotovoltaica centralizada, como Neoenergia Luzia, estão levando recursos financeiros e emprego em regiões muito vulneráveis. Assim, ajudam a melhorar as infraestruturas de transporte como estradas e pontes, além de incluir programas de responsabilidade social corporativa e compensação ambiental. Estes avanços trazem benefícios diretos para as comunidades locais, como o aluguel das terras, a arrecadação de impostos em prefeituras locais e a utilização da mão de obra local nos projetos. A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) estima que essa fonte de energia crie aproximadamente 357 mil empregos e investimentos em torno de R$ 5 bilhões em 2022 no Brasil.

A usina solar está alinhada ainda ao posicionamento da Neoenergia na liberalização do setor elétrico brasileiro e terá a sua energia voltada ao Ambiente de Contratação Livre (ACL)​, modelo em que grandes consumidores — demanda contratada a partir de 500 kW — têm flexibilidade para escolher o fornecedor e a fonte de energia.

A garantia da sustentabilidade e da rastreabilidade, assegurando que a energia provém de fonte limpa, é vetor de geração de valor para o cliente, especialmente em um momento em que o mercado demanda práticas cada vez mais sustentáveis das empresas. Livre da emissão de gases do efeito estufa na sua operação, a energia solar tem potencial para levar a 21% das reduções de emissões de CO2 até 2050, considerando a implantação acelerada dessa fonte no mundo e a eletrificação das atividades, de acordo com a Agência Internacional de Energia Renovável (Irena).

Em um período macroeconômico desafiador, vislumbra-se oportunidade com a expansão da energia solar, um caminho promissor para tornar o Brasil protagonista no segmento. A fonte fotovoltaica vem ganhando competitividade em todo o mundo, com destaque para a redução de custos no mercado global com a melhoria das tecnologias, o impulso dado por novos projetos e a maior competitividade nas cadeias de suprimentos. Segundo uma pesquisa da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena), os custos da eletricidade a partir de energia solar em escala de serviços públicos caíram 85% entre 2010 e 2020.

​Geração distribuída

A fonte proveniente do sol também traz independência e economia aos consumidores quando se trata da geração distribuída, que considera a potência instalada de até 5 MW. É possível produzir a própria energia elétrica, por meio da aquisição de placas solares residenciais ou para pequenos negócios. Desta maneira, um cliente pode economizar dos custos de energia. A Neoenergia oferece soluções aos mais variados perfis de compradores.

No site da Neoenergia Comercialização, é possível fazer uma simulação dos valores de instalação de painéis solares e da compra do sistema. A empresa disponibiliza uma plataforma online pioneira no Brasil para que os clientes possam acompanhar todo o processo de compra até a instalação de painéis.

Por levar a uma redução de até 95% na conta de luz, a economia proporcionada por essa tecnologia é suficiente não só para pagar sua aquisição e instalação, mas também para gerar rentabilidade por muito tempo, já que sua vida útil é de mais de 20 anos. Com a economia na fatura, o valor pago pelo sistema é compensado entre três e cinco anos após a instalação e a rentabilidade é gerada por mais de 15 anos. Os sistemas solares são considerados um dos melhores investimentos, com rápido retorno financeiro e isso resulta em uma valorização para imóveis com essa tecnologia que pode alcançar entre 3% e 6%, de acordo com uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley.


infográfico-eergia-solar-beneficia-toda-sociedadeQuando os painéis são instalados e passam a gerar energia, o consumo pode ser imediato ou, se a produção for maior do que a demanda da residência, esse excedente pode gerar créditos, que poderão ser usados na conta de luz em até cinco anos. Ao consumir a energia produzida nos painéis, o consumidor tem, além disso, a vantagem de não estar sujeito às variações das bandeiras tarifárias. Mesmo com o sistema, a residência continua ligada à rede elétrica da distribuidora, o que dá segurança para que o fornecimento de energia seja contínuo, mesmo quando não há geração pelas placas.

Hoje, os consumidores contam ainda com diversas linhas de financiamento. Um exemplo é a parceria entre a Neoenergia e o Banco do Nordeste (BNB) para facilitar o acesso à energia solar por clientes residenciais. Correntistas do banco têm condições de financiamento especiais e agilidade nas tratativas para adquirir sistemas fotovoltaicos da companhia elétrica por meio do FNE Sol Pessoa Física, linha de crédito no âmbito do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste que permite a captação de até 100% do investimento.


 

Além das soluções residenciais, a Neoenergia oferta usinas na modalidade de autoconsumo remoto, quando a unidade consumidora está distante do empreendimento, mas se beneficia dos créditos de energia gerados. A companhia hoje opera quatro sistemas de minigeração fotovoltaica no interior de Pernambuco, com capacidade instalada de 851 kWp.

Esse modelo de negócios possui a vantagem de não demandar capital do consumidor, já que o investimento na construção do projeto não é realizado por ele. Outro benefício é que não há a necessidade de dispor de um espaço físico para instalar os painéis solares. Em uma economia cada vez mais pautada pela sustentabilidade, ao optar pela minigeração distribuída e utilizar uma fonte de energia limpa, o cliente ainda pode agregar valor à marca. ​




​P&D e Eficiência Energética

A Neoenergia aproveita o potencial da energia solar ainda em projetos que integram os programas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e Eficiência Energética (PEE), regulados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em uma das iniciativas, por exemplo, estão em construção duas usinas solares em Fernando de Noronha (PE) para suprir a necessidade da frota de veículos elétricos do projeto Trilha Verde, que tem o objetivo de avaliar a viabilidade dos modelos de negócios relacionados à mobilidade sustentável. No âmbito do PEE, foram doados sistemas solares a diversas instituições públicas e filantrópicas das áreas de concessão das distribuidoras do grupo, contribuindo com a economia na fatura de energia.












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