Teles Pires

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​​​​​​Usina Hidrelétrica Teles Pires

Usina Hidrelétrica (UHE) Teles Pires, com potência instalada de 1.820 MW, possui energia suficiente para abastecer aproximadamente 13,5 milhões de habitantes, o que lhe confere o título de uma das hidrelétricas mais eficientes do Brasil.


A usina foi arrematada pelo Consórcio Teles Pires Energia Eficiente, no último leilão de geração de 2010 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Depois da compra, criou-se a Companhia Hidrelétrica Teles Pires S/A, constituída pelas empresas Neoenergia (51%), Eletrobras-Eletrosul (24,5%) e Eletrobras-Frunas (24,5%). A Companhia ficou responsável por construir e colocar o empreendimento em operação.


Localizada no Rio Teles Pires, a usina fica na fronteira dos estados do Pará e Mato Grosso, nos municípios de Jacareacanga (PA) e Paranaíta (MT).​

A UHE Teles Pires é um empreendimento de infraestrutura contemplado no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.​


HISTÓRICO DO EMPREENDIMENTO​​

A Usina Hidrelétrica Teles Pires é um empreendimento de infraestrutura contemplado no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. Foi arrematada pelo Consórcio Teles Pires Energia Eficiente, com uma proposta de deságio de 33% em relação à tarifa-teto, ou seja, apresentou um menor valor para produzir ou gerar o kW/h de energia elétrica, no Leilão A-5 de geração realizado pelo Governo Federal e Ministério de Minas e Energia, por meio da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), em 17 de dezembro de 2010. 


Com o preço de lance final de apenas R$ 58,35 por MW/h, até a presente data, representa o menor valor que o Governo Federal conseguiu nos leilões de usinas, gerando um benefício para o país e permitindo uma tarifa de energia mais baixa.


Depois do leilão, foi criada a Companhia Hidrelétrica Teles Pires S/A, Sociedade de Propósito Específico (SPE), responsável por construir e fazer operar a UHE Teles Pires.​


INVESTIMENTO​​

Durante a fase de obras, a UHE Teles Pires recebeu investimento total de cerca de R$ 4 bilhões de reais para construção de sua estrutura. 


Desde o início de sua construção em 2011, até a fase de operação comercial (dias atuais), o empreendimento já gerou para os governos locais R$ 100 milhões em impostos municipais e R$ 100 milhões em impostos estaduais, além de R$ 180 milhões em royalties. Os recursos podem ser revertidos em melhorias para a população, como investimentos em saúde, educação, infraestrutura, meio ambiente, entre outros setores. 


Além disso, as cidades de Paranaíta, Jacareacanga e Alta Floresta, área de influência direta da usina, também tiveram outros benefícios com sua construção. Entre eles, destacam-se geração de empregos, capacitações, e investimentos diretos em infraestrutura, como a pavimentação da rodovia MT-206 e a construção de delegacia, rodoviária, posto de saúde, salas de aula, laboratórios e a doação de veículos para uso público.​

MEIO AMBIENTE​​

A preocupação com o bem-estar das comunidades e o meio ambiente no entorno da UHE Teles Pires sempre foi uma das nossas prioridades. 


Por meio de 44 programas e ações socioambientais​ previstos no Licenciamento Ambiental, buscamos o equilíbrio econômico, social e ambiental da região onde estamos presentes.


Dentre eles, os principais envolvem estudos e atividades de educação ambiental, recomposição florestal, proteção de Áreas de Preservação Permanente (APP), fomento de atividades econômicas, monitoramentos e preservação da fauna, flora e meio físico (ar, água e solo), entre outras atividades, nos municípios de Jacareacanga (PA), Paranaíta e Alta Floresta (MT).  Além de 12 programas socioambientais voltados exclusivamente às populações indígenas da região.


Ao todo, foram investidos R$ 565 milhões em programas socioambientais​ e para as comunidades indígenas da região e mais R$160 milhões serão destinados a essas iniciativas nos próximos 10​​​​ anos. Foram realizadas 25 obras em saúde, 14 em educação, 11 em infraestrutura cultura e lazer e três em segurança pública, três em assistência social. Em 2021, devem ser concluídas a Casa de Cultura e Memória de Paranaíta (MT) e a sala anexa ao Museu de História Natural de Alta Floresta (MT). 


Atualmente, por meio do Programa de Recomposição Florestal e a implantação da Área de Proteção Permanente (APP), que já recebeu R$ 10 milhões em investimentos, protegemos cerca de 20 mil hectares de floresta amazônica. 


Realizados desde 2014, os estudos científicos feitos em parcerias com universidades e outras instituições nas áreas de floresta no entorno da usina, encontraram uma alta diversidade de fauna e flora, com a presença de muitas espécies raras. O programa inventariou 6.322 árvores de 322 espécies diferentes e outras 2.690 plantas de 254 espécies que compõem a floresta na área de implantação do empreendimento e no entorno do reservatório. Toda foram catalogadas e são periodicamente monitoradas, para a sua proteção. Durante os estudos, novas espécies foram encontradas, como a orquídea batizada de Catasetum telespirense Benelli & Soares-Lopes.​


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