26/07/2021

Neoenergia investe em redes de transmissão no primeiro semestre

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​​Companhia ampliou Capex de transmissão em 63% no semestre e manteve ritmo acelerado de projetos de transmissão nas cinco regiões do país ​​torre-de-transmissao

Neoenergia aposta em projetos de toda a cadeia do setor elétrico que fomentam o desenvolvimento sustentável, com foco em energia limpa e na geração de emprego. No primeiro semestre de 2021, a companhia investiu R$ 3,5 bilhões, um aumento de 51% em relação ao mesmo período do ano passado, pelo avanço dos seus empreendimentos de transmissão e eólicas. Só em transmissão, o Capex cresceu 63%. De janeiro a junho, a empresa destinou R$ 986 milhões ao segmento, R$ 380 milhões acima do valor aplicado no primeiro semestre de 2020. 



Em junho, a companhia energizou o primeiro trecho do projeto Santa Luzia (PB), adquirido no lote 6 do leilão realizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) em dezembro de 2017. Foram entregues a subestação Santa Luzia II e uma etapa da linha, com 124 quilômetros de extensão, o que representa 40% da RAP (Receita Anual Permitida). O empreendimento, inaugurado com 21 meses de antecipação em relação ao prazo contratual do órgão regulador, contribuirá com o escoamento da geração de energia limpa na região, onde a companhia já possui três parques eólicos em operação, está construindo outros 15 no complexo Chafariz e está implantando duas usinas solares. O último trecho está previsto para o segundo semestre de 2021. 

A Neoenergia prevê também até o fim do ano a energização do projeto Jalapão, arrematado no lote 4 do mesmo leilão. Com 728,5 quilômetros de extensão atravessando 19 municípios dos estados de Tocantins, Piauí, Bahia e Maranhão, essa será a maior linha em operação pela companhia – fica atrás apenas do empreendimento Morro do Chapéu (BA, MG e ES), adquirido no leilão de dezembro de 2020, que terá 1.091 quilômetros e está em fase de desenvolvimento. 

Além disso, a Neoenergia fez importantes avanços nas obras do último trecho em construção do lote de Dourados (lote 4 do leilão de abril de 2017), em Mato Grosso do Sul. As três primeiras etapas foram entregues no segundo semestre de 2020, com até 24 meses de antecipação em relação ao prazo da Aneel. Em abril, foi energizado o quarto trecho, entre as subestações Campo Grande 2 e Imbirissu. Somando todas as entregas, já foi concluída a implantação de 413 dos 578 quilômetros previstos no empreendimento. 

Em maio, a companhia iniciou a construção do projeto Rio Formoso (BA), adquirido no lote 9 do leilão 002/2019. Estão em processo de licenciamento ambiental e obras os lotes 1 (Vale do Itajaí, em Santa Catarina e no Paraná), 2 (Guanabara, no Rio de Janeiro), 3 (Itabapoana, entre o Rio de Janeiro e Minas Gerais) e 14 (Lagoa dos Patos,​ entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina), todos arrematados no leilão de dezembro de 2018. 

Distribuição 

Os investimentos nas redes de distribuição também cresceram no primeiro semestre de 2021. O Capex das cinco concessionárias – Coelba (BA), Celpe (PE), Cosern (RN), Elektro​ (SP e MS) e Neoenergia Distribuição Brasília (DF) – foi de R$ 1,8 bilhão, dos quais R$ 1,2 bilhão foi destinado à expansão de redes, que inclui, entre outros serviços, a instalação de novas ligações e a construção de subestações e redes de distribuição. Os aportes também vão para renovação de ativos, melhorias e ações de combate a perdas e inadimplência. 

Considerando todas as empresas, a Neoenergia registrou elevado índice de arrecadação no segundo trimestre de 2021, percentual que ficou em 97,88%. De abril a junho deste ano, a Coelba apresentou o terceiro trimestre seguido de redução no índice de perdas totais 12 meses (percentual que calcula a razão entre a energia injetada e a energia faturada, acumuladas de 12 meses) e a Celpe teve dois meses consecutivos de diminuição no indicador. Cosern e Elektro seguem dentro dos limites regulatórios. ​


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