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Dia das Mães

Dia das Mães é uma das celebrações mais importante do ano. Comemorado no Brasil tradicionalmente no segundo domingo de maio, a data reúne famílias no país todo para expressar o amor, afeto e carinho com nossas progenitoras.  

 
Nos países ocidentais o Dia das Mães é um ritual celebrado desde 1910. Já aqui no Brasil, a data foi comemorada pela primeira vez oito anos depois, em 12 de maio de 1918.  A data não se firmou como um ritual em todo país logo de inicio. A celebração em homenagem às mães só passou a ser celebrada, no segundo domingo do mês de maio, conforme a tradição dos Estados Unidos, em 1932. 

 
Para comemorar essa data tão especial, conheça histórias de algumas de nossas colaboradoras, que além de atuar no Grupo Neoenergia, despenham um dos papéis mais gratificantes na vida de uma mulher: Ser MÃE ​​​​​​​​​​​​​​​​​.


Thaisa Alcoforado​​


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Thaisa é mãe de Letícia, de 3 anos e de Eduardo de 1 aninho. Ela também é Superintende de Gestão de Ativos Renováveis na Neoenergia. Ter um cargo de gestão e conciliar a carreira com a maternidade é um desafio diário. Mas desde criança, Thaisa sempre sonhou em ser mãe. Sonho esse, que só foi concretizado após os 35 anos, com o nascimento de Letícia. 


A bebê nasceu prematura e foi esse o primeiro “choque de  realidade” da maternidade para Thaisa, que sempre planejou e idealizou como tudo seria. Um ano e meio depois, mais uma vez a vida a surpreendeu. 


Após uma gravidez complicada, Eduardo veio ao mundo com um problema de saúde e, em seu primeiro ano de vida, passou por algumas cirurgias, necessitando de reserva de sangue. Nesse momento, além da sua rede de apoio familiar, Thaisa pôde contar com o apoio e a mobilização dos colegas de trabalho da Neoenergia. Foram mais de 40 doações em tempo recorde. 


Esse ato de carinho emocionou muito a mamãe do Eduardo, que percebeu o quanto é querida por todos que o ajudaram, mesmo sem nem conhecer o bebê. E o quanto é importante contar com esse apoio no trabalho.


Hoje, após ter superado todos esses desafios, ela faz uma reflexão sobre o quanto a vida muda quando se tem filhos, como a maternidade real é diferente daquela que se lê nos livros. O quanto uma mãe abre mão de planejamentos ideais pra viver aquele dia a dia que não é sempre tão doce e perfeito. Mas foi justamente isso que a transformou numa pessoa melhor, mais resiliente, mais forte. E também numa líder melhor no trabalho e o mais importante de tudo, numa mãe que a cada dia se desdobra para dar o melhor aos filhos. 


Além disso, ainda passa um recado muito importante para todas as mamães reais: “Não se culpem, não sejam perfeitas. Maternidade é assim”.


Maria Alba Carvalho​

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Foram 36 semanas de gestação até o parto. E para Maria Alba Carvalho, o tão esperado nascimento da sua primeira filha, além da imensa alegria, teve também uma preocupação. Dois meses antes, em uma consulta com o obstetra, foi informada que sua filha teria uma malformação. “Os médicos não tinham naquele momento um diagnóstico fechado, então até o nascimento foi um misto de ansiedade e dúvida de como minha filha iria nascer”, conta. 


No final, Ellen Alba nasceu cheia de saúde, com 3.180 kg, 44 centímetros e desde então tem aberto portas inimagináveis pela mamãe de primeira viagem. A acondroplasia (nanismo) da filha poderia ter deixado Alba aflita, mas há cinco anos ela tem feito mais. Se o nanismo foi para ela uma novidade, para as pessoas próximas também, e por isso realiza aonde vai ações de conscientização, vestindo - literalmente, a camisa com a mensagem “Somos Todos Gigantes”. 


Com o nascimento da Ellen veio também à ascensão profissional. Desde o ingresso na equipe corporativa de Validação Fiscal da Coelba, até a progressão de carreira, agora como analista no mesmo setor. “Quando a Ellen completou cinco meses, fui chamada para participar de um processo seletivo no grupo, depois de ter passado sete meses no setor como terceirizada. Foi uma benção e tem sido assim desde o nascimento dela”, finaliza Maria Alba Carvalho.​ 


Cristiane Braga​


Ser mãe sempre foi um desejo muito forte para Cristiane Braga, e desde pequena, ela já brincava de ser mãe. Até que chegou o casamento, e o grande desejo se realizou. 


O plano inicial era curtir dois anos de casada e depois engravidar, mas devido a complicações de saúde, teve que escolher entre ter logo filho ou talvez não pudesse ser mãe. Claro que não pensou duas vezes e antecipou a programação. Nasceu Pedro, hoje com 8 anos, “um menino lindo, fantástico e atencioso”, como define Cris.

Como toda mãe de primeira viagem, teve receio se iria conseguir dar conta de uma vida que dependi só dela. “A vida de casal é uma e com chegada de um filho é uma virada de página”, revela. 


O tempo passou, Cris enfrentou todos os desafios da nova fase, e depois de quatro anos foi novamente abençoada com a maternidade. Sendo que dessa vez veio a grata surpresa. Gravidez em dose dupla. Para completar o time, chegaram Laís e Lara, hoje com quatro anos. “No início foi difícil, mas com o apoio da minha mãe, marido, sogra, tudo ficou mais fácil. O suporte que vem de casa é muito importante”, diz satisfeita.


Sobre conciliar o papel de mãe e a carreira profissional, a analista especialista de Recursos Humanos da Celpe, admite não ser tarefa fácil, mas possível, e que os filhos não atrapalham e sim impulsionam. “Eles sabem que preciso estar no trabalho por eles e por mim. Mostro a eles que o trabalh​​​​​​​​​​o tem que ter um propósito e que é importante ajudar as pessoas e o crescimento da empresa”.


Para dar conta dessa jornada, Cris afirma que sempre conta com o suporte da família e da empresa, da liderança e dos colegas da área, quando necessário. “A empresa consegue ver que o nosso papel de mãe e trabalhadora é importante”.


Hoje, mãe de Pedro, Laís e Lara, Cris está convicta de que vale a pena ser mãe e que não abre mão de nenhum dos dois papéis. Juntos, eles formam o que ela é hoje: uma mulher que é mãe, profissional e que batalha todos os dias para dar uma boa educação aos filhos e fazer eles perceberem que tudo que ela faz é para dar valor a eles.​​


Gabriela Andrade ​​​


Gabriela Andrade é engenheira de Planejamento do Sistema Elétrico da Elektro e será mãe de primeira viagem. Após a emoção da descoberta da gravidez, veio outra surpresa. A partir daquele momento, tudo seria em dobro. Isso porque ela estava esperando por duas meninas.​​ A notícia alegrou toda a família, que deu suporte para ela nos momentos de insegurança que acontecem normalmente numa gravidez, já que ser mãe não é tarefa fácil.​


Enquanto as meninas se desenvolvem saudáveis, Gabriela conta com o apoio da Elektro para tudo, principalmente no acompanhamento da saúde, afinal são muitos exames e consultas do pré-natal. Os colegas também são importantes para manter a confiança no trabalho. “Após a notícia da gravidez, continuei sendo tratada da mesma maneira e quando voltar tenho certeza que continuarei tendo a mesma consideração, como a profissional que sou”, finaliza.

Cristianne Alves​ ​​​

 

Aos 30 anos, Cristianne Alves, gestora da Unidade de Atendimento Presencial da Cosern, se planejou para engravidar, no entanto só aos 36 conseguiu realizar seu sonho. O início da gestação foi bem turbulento, devido a problemas de saúde. Cristianne tem pressão alta e chegou a passar mal em decorrência da troca de sua medicação, precisando muitas vezes ser levada com urgência ao hospital. No trabalho recebeu todo apoio da sua equipe e de seus líderes, mesmo em situações adversas, quando, por exemplo, no fim da gravidez, precisou ficar uma semana afastada das suas atividades.

 

Cristianne sempre foi uma mulher muito independente e forte, morava sozinha, passou por uma separação ainda no início da gestação. Na Cosern, sempre esteve à disposição da empresa para viagens. Conta que antes da gravidez tinha uma visão muito prática do mundo a sua volta e que a gravidez a transformou numa nova Cris: “Achava que deixar o filho na creche e trabalhar o dia todo era muito fácil, hoje, às vezes choro quando preciso me despedir dele. Hoje um ‘como você está bonita Cris!’ já me faz chorar”, afirma. Cristianne acredita que a gravidez foi um divisor de águas em sua vida, e que apesar das dificuldades “se soubesse que era tão bom ser mãe, teria tido antes”. ​​​