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História

 
No início, éramos duas distribuidoras de energia no Nordeste. Hoje temos empresas e empreendimentos em 13 estados brasileiros, atuando no ciclo completo de energia. Conheça cada etapa de nossa trajetória.
 

2012

 
Em março, nossa concessionária de distribuição Celpe firmou o compromisso de implantar uma usina solar na Arena Pernambuco (PE), estádio que será uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Localizado em São Lourenço da Mata, a 19 km de Recife, o empreendimento será feito em parceria com a Odebrecht Energia. Com investimento de cerca de R$ 13 milhões, a usina solar terá 1 MWp de potência instalada e deve entrar em funcionamento até junho de 2013.

Em 10 de abril, entregamos o primeiro sistema solar fotovoltaico instalado em um estádio esportivo na América Latina. O projeto foi executado por nossa distribuidora Coelba no estádio Governador Roberto Santos (BA), mais conhecido como Pituaçu. Com o investimento de R$ 5,5 milhões, o sistema tem capacidade para gerar 630 MWh anuais.

Concessão da subestação Brumado II (BA)

Em 5 de junho, ganhamos o projeto para construir e operar a subestação Brumado II (BA), que terá capacidade instalada de 100 MVA.

2011

Em janeiro, compramos a empresa de cogeração EnergyWorks do Brasil. A companhia possui seis plantas de geração de energia elétrica e a vapor movidas a gás natural, instaladas em indústrias dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Ceará.

Operação comercial da Pequena Central Hidrelétrica Nova Aurora (GO)
 
Ainda em janeiro iniciamos as atividades, com condições de assegurar o fornecimento de 12,37 MW médios de energia.

Celpe recebe grau de investimento
Nossa distribuidora se torna a primeira empresa pernambucana a receber essa classificação. O rating é atribuído em 30 de março pela agência de avaliação de risco Standard & Poor´s, que eleva as notas da Celpe de BB+ para BBB- na Escala Global, e brAA+ para brAAA em Escala Nacional Brasil. A classificação foi concedida devido à melhoria contínua nas operações e na estrutura de capital da empresa.

Aprovação do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL)
A aceitação se dá junto à Organização das Nações Unidas (ONU) em 2 de maio. Com isso, ganhamos o registro para comercializar créditos de carbono, segundo as regras do Protocolo de Quioto. Esses créditos serão formados a partir da menor emissão de gases do efeito estufa por quatro de nossas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). São elas: Goiandira (GO), Pirapetinga, Pedra do Garrafão (RJ/ES) e Sítio Grande (BA).

Concessão da Usina Hidrelétrica Teles Pires (MT)
Assinamos o contrato em 6 de junho, com a presença da presidenta da República, Dilma Roussef. O empreendimento, que iniciou as obras ainda este ano, terá capacidade de geração de 1.820 MW e deverá operar a partir de 2015. A usina receberá investimentos da ordem de R$ 3,6 bilhões.

Operação da Usina Hidrelétrica de Dardanelos (MT)
O início das atividades acontece em agosto. A unidade, localizada no rio Aripuanã, tem potência instalada de 261 MW.

Concessão da Usina Hidrelétrica de Baixo Iguaçu (PR)
Ganhamos o contrato no dia 20 de agosto para construir e operar o empreendimento. A previsão de início das obras é fevereiro de 2013. A usina terá capacidade instalada de 350,2 MW e deverá entrar em operação comercial em 2016. O investimento total, por meio de nossa concessionária Geração Céu Azul, é estimado em R$ 1,6 bilhão.

Programa de Eficiência Energética Nova Geladeira
Nossas distribuidoras Coelba (BA), Celpe (PE) e Cosern (RN) atingem a marca de 170 mil geladeiras substituídas para seus clientes. O programa troca o eletrodoméstico usado por modelo de baixo consumo de energia.

Concessão da subestação Extremoz II
Em 16 de dezembro, assumimos o projeto para a construção do empreendimento, em Natal (RN). Com capacidade instalada de 300 MVA, a subestação tem a previsão de receber R$ 22 milhões em investimentos para sua instalação.

Terceiro maior grupo privado do setor elétrico brasileiro
A Neoenergia confirmou esta posição, com a Receita Líquida consolidada de R$ 9,77 milhões, 9,1% superior à apurada em 2010, quando registrou R$ 8,96 milhões
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2010

No dia 24 de março, a agência de classificação de risco Standard & Poor's nos concede grau de investimento - atribuído pela primeira vez a uma holding privada do setor elétrico brasileiro. Conquistamos o rating BBB- na Escala Global, e brAAA na Escala Nacional Brasil, conferidos à holding Neoenergia e às controladas Coelba e Cosern.
 
Operação comercial da Usina Hidrelétrica de Corumbá III (GO)
O empreendimento tem capacidade instalada de 93,6 MW e foi construído por nosso Grupo, em parceria com a empresa Energética Corumbá III.
 
Construção da Usina Hidrelétrica Belo Monte (PA)
Assumimos em julho 10% de participação nesta que será a terceira maior hidrelétrica do mundo. A unidade ficará no rio Xingu e terá capacidade instalada de 11 mil MW.
 
Entrada no segmento eólico
Em parceria com a Iberdrola Renováveis, líder mundial em energia eólica, adquirimos nove parque eólicos em 26 de agosto. Os empreendimentos serão construídos nos estados da Bahia e do Rio Grande do Norte, para a comercialização de um total de 250 MW.
 
Incentivo à eficiência energética
Junto com a Odebrecht Realizações Imobiliárias, promovemos a primeira Etiqueta de Eficiência Energética para um empreendimento imobiliário brasileiro: o Hangar, em Salvador (BA). Inserida no Programa Nacional de Eficiência Energética em Edificações (Procel-Edifica), a etiqueta tem o objetivo de incentivar projetos que aproveitem ao máximo a capacidade de iluminação e ventilação natural nas construções.
 
Funcionamento da PCH Goiandira (GO)
Esta Pequena Central Hidrelétrica iniciou seu funcionamento em novembro, com energia assegurada de 17,09 MW médios.
 
Funcionamento da PCH Sítio Grande (BA)
 
A operação da Pequena Central Hidrelétrica começou no rio das Fêmeas, com potência instalada de 25 MW.
 
Concessão para construir a Usina Hidrelétrica de Teles Pires (MT)
Em dezembro, entramos com 50% de participação no Consórcio Teles Pires Energia Eficiente, que construirá o empreendimento. A unidade, que ficará no rio Teles Pires, terá potência instalada de 1,8 mil MW.

2009

As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Pirapetinga e Pedra do Garrafão foram inauguradas em 10 de julho, com potência instalada total de 39 MW e energia assegurada de 25,14 MW médios. Foram construídas no rio Itabapoana, na divisa entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo.

Inauguração da usina hidrelétrica de Baguari (MG)
Participamos do empreendimento por meio do consórcio Usina Hidrelétrica (UHE) Baguari. A unidade, localizada no rio Doce, tem capacidade instalada de 140 MW, com energia assegura de 80,2 MW médios.

Divisão da Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica
Em dezembro, nossa empresa tem seus ativos e passivos divididos em duas companhias independentes: a Afluente Geração de Energia Elétrica (Afluente G) e a Afluente Transmissão de Energia Elétrica (Afluente T).

2008

Ganhamos autorização para construir a Usina Hidrelétrica Baixo Iguaçu (PR), no rio Iguaçu. Orçado em R$ 1,4 bilhão, o empreendimento terá capacidade instalada de 350 MW.

Transmissão
Ganhamos licença para instalar a subestação Narandiba, em Salvador (BA), com investimento de R$ 51 milhões.

Termelétrica
Começamos a operar a Termoaçu (RN), com capacidade instalada de 367,92 MW, em duas turbinas a gás natural. Além disso, nossa termelétrica produz 610 t/h de vapor.

2007

Adquirimos da Brascan Energética a autorização para construir a Pequena Central Hidrelétrica Sítio Grande (BA). A usina ficará no rio das Fêmeas e terá potência instalada de 25 MW.

2006

Participação em PCHs
Em maio, o Grupo Neoenergia se tornou sócio majoritário nas Pequenas Centrais Hidrelétricas Pedra do Garrafão e Pirapetinga, na divisa entre Rio de Janeiro e Espírito Santo. As obras para instalar as usinas demandarão o investimento de R$ 171,7 milhões, para uma capacidade instalada total de 39 MW.

Aquisição da Usina Hidrelétrica Corumbá III (GO)
Em setembro, passamos a ter 60% de participação neste empreendimento. Com capacidade instalada de 93,6 MW, a usina será construída no rio Corumbá, no município de Luziânia, com investimento de R$ 361 milhões.

Concessão da Usina Hidrelétrica de Dardanelos (MT)
Arrematada em outubro, a unidade será localizada no rio Aripuanã, com potência instalada de 261 MW. Os investimentos totais previstos são de R$ 745,4 milhões, sendo R$ 380,1 milhões exclusivamente da Neoenergia.

Aumento da distribuição
Aplicamos R$ 1,2 bilhão para ampliar a rede de distribuição de energia e aumentar a confiabilidade do sistema, melhorando a eficiência e a qualidade de nossos serviços.

2005

Criação da Afluente Geração e Transmissão de Energia Elétrica
A partir de 31 de outubro, a nova empresa ficou responsável por operar os ativos desses dois segmentos antes pertencentes à Coelba e desverticalizados por exigência da Lei do Novo Modelo do Setor Elétrico (Lei nº 10.848).

Concessão para construir a hidrelétrica de Baguari (MG)
Vencido em consórcio com outras empresas no dia 16 de dezembro, o empreendimento terá capacidade para produzir 140 MW e investimento total estimado de R$ 501 milhões. No mesmo leilão, viabilizamos dois novos empreendimentos em pequenas centrais hidrelétricas: Goiandira e Nova Aurora (GO), com capacidade instalada total de 48 MW. O investimento previsto é de R$ 181 milhões.

2004

Adotamos um novo paradigma de gestão, sob o modelo de governança corporativa. Começamos a operar com um quadro diretivo único. A maior parte de nossas empresas passa a ser gerida pelo mesmo Conselho de Administração, cuja tomada de decisão recebe o suporte dos Comitês de Monitoramento.

Para marcar essa profunda mudança, desenvolvemos nova marca e identidade visual. E, principalmente, um novo posicionamento para nosso Grupo.

Operação da primeira termelétrica
A usina Termopernambuco começou, em maio, a fornecer energia elétrica para a Celpe e a Coelba. O empreendimento recebeu cerca de R$ 900 milhões, que lhe garantiram 532 MW de potência instalada.

2003

Iniciamos a operação comercial da Itapebi Geração de Energia (BA). O empreendimento de R$ 600 milhões conta com uma barragem de 107 metros de altura e 579 metros de largura, que contribuem para uma capacidade instalada de 450 MW.

2001

Seguindo o compromisso assumido na aquisição da Celpe no ano anterior, começamos a construir a usina termelétrica Termopernambuco, no porto de Suape, município de Ipojuca (PE).

Em parceria com a Petrobras, iniciamos também as obras da Termoaçu, no município Alto Rodrigues (RN). O empreendimento terá capacidade instalada de 340 MW e vai utilizar gás natural como combustível para fornecer energia elétrica à Cosern, e a vapor para a Petrobras.

2000

Distribuição
Expandimos nossa área de distribuição, com a compra da Companhia Energética do Estado de Pernambuco (Celpe) por R$ 1,8 bilhão. O negócio incluiu ainda o compromisso de construção de uma termelétrica no estado.

Comercialização
Nesse ano, também criamos a NC Energia, com o conceito inovador de proporcionar maior eficiência à gestão de energia elétrica. A empresa atende indústrias de diversos segmentos, interessadas na compra e venda de energia para próprio uso, com maior dinamismo, rentabilidade e eficácia.

1999

Em pouco tempo, nos preparamos para entrar no segmento de geração. Vencemos o leilão para construir e operar nossa primeira usina hidrelétrica, a Itapebi, no rio Jequitinhonha (BA).

1997

Nossa primeira atividade foi distribuir energia elétrica para a população. Assumimos o compromisso de promover a melhoria e a expansão dos serviços, sustentando o crescimento regional. Tudo começou com a compra de duas concessionárias: a Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba), por R$ 1,73 bilhão, e a Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern), no valor de R$ 676,4 milhões.