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​Neoenergia fecha primeiro trimestre de 2019 com EBITDA de R$ 1,3 bilhão​

A Neoenergia divulgou, na terça-feira (23/4), os resultados econômico-financeiros e operacionais referentes ao primeiro trimestre de 2019 (1T19), com destaque para o EBITDA, que alcançou R$ 1,3 bilhão (28% superior ao primeiro trimestre do ano anterior) e para o lucro líquido atribuído aos acionistas controladores de R$ 492 milhões (69% a maior na comparação com mesmo período de 2018). A Receita Operacional Líquida (ROL) dos três primeiros meses deste ano atingiu R$ 7,1 bilhões, um crescimento de 28% se comparada aos R$ 5,5 bilhões no mesmo período em 2018.

O crescimento obtido no período é explicado, principalmente, pelas revisões e reajustes tarifários das quatro distribuidoras do Grupo Neoenergia: Coelba (Bahia), Celpe (Pernambuco), Cosern (Rio Grande do Norte) e Elektro Redes (São Paulo e Mato Grosso do Sul). Além disso, todas as distribuidoras apresentaram aumento no volume de energia distribuída em suas áreas de concessão (variação média positiva de 5,82%), sobretudo, em decorrência da elevação das temperaturas no primeiro trimestre de 2019, quando comparadas ao mesmo período de 2018.

O volume total distribuído para clientes livres apresentou aumento de 6,41% no 1T19, em relação ao primeiro trimestre de 2018. Essa evolução sinaliza uma melhora da conjuntura econômica, seguida de incremento no desempenho da indústria, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

As distribuidoras do Grupo Neoenergia atingiram, no 1T19, o significativo patamar de 13,9 milhões de clientes ativos, o que representa um crescimento de 1,7%, em relação ao número de clientes contabilizados no mesmo período do ano anterior.

A evolução em indicadores de qualidade também foi significativa nesses três primeiros meses. Três das quatro distribuidoras do grupo tiveram melhora nos indicadores de Duração Equivalente de Interrupção por Consumidor (DEC) e Frequência Equivalente de Interrupção por Consumidor (FEC).

Destaques para a Coelba e Celpe, que obtiveram reduções no DEC de 37,93% e 35,04%, respectivamente. A evolução verificada no 1T19 foi reflexo das ações intensivas de gestão e de investimentos com foco na busca de melhoria dos indicadores de qualidade realizada ao longo do ano de 2018.

No segmento de Geração, no último mês de março, a terceira unidade geradora (UG3) da Usina Hidroelétrica de Baixo Iguaçu estava finalizando a operação em teste de 96 horas, e foi liberada para operação pela Aneel em 9 de abril último. Com a entrada em operação da UG3, de 116.733,34 kW de capacidade instalada, a Usina de Baixo Iguaçu fica totalmente operacional comercialmente.

No primeiro trimestre de 2019, o Grupo também atuou no segmento de geração renovável por meio de 17 parques eólicos, com uma capacidade instalada de 515,8 MW. Além desses empreendimentos em operação, outros 15 parques eólicos estão em construção, com capacidade instalada de 471,25 MW. 

As informações completas sobre os resultados do 1T19 estão disponíveis em: http://ri.neoenergia.com/​​

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